Acalmando a ira
Marcos 2:3-5
3 Vieram alguns homens, trazendo-lhe um paralítico, carregado por quatro deles. 4 Não podendo levá-lo até Jesus, por causa da multidão, removeram parte da cobertura do lugar onde Jesus estava e, pela abertura no teto, baixaram a maca em que estava deitado o paralítico. 5 Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os seus pecados estão perdoados”.Hebreus 3:13
O perigo de ceder à ira
comSENSO
Os que, por qualquer suposta provocação, sentem-se livres para ceder à raiva ou ao ressentimento estão abrindo o coração a Satanás. Se quisermos estar em harmonia com o Céu, a mágoa e a inimizade devem ser banidas do coração” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 241).
“‘Vocês são servos daquele a quem obedecem’ (Rm 6:16). Se condescendemos com a ira, a concupiscência, a cobiça, o ódio, o egoísmo ou outro pecado qualquer, nos tornamos servos do pecado. ‘Ninguém pode servir a dois senhores’ (Mt 6:24). Se servimos ao pecado, não podemos servir a Cristo. O cristão sentirá as tendências do pecado, porque a carne cobiça contra o Espírito, mas o Espírito combate contra a carne, mantendo uma batalha constante. É aqui que o auxílio de Cristo se faz preciso. A fraqueza humana se une à força divina, e a fé exclama: ‘Graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo!’ (1Co 15:57)” (Ellen G. White, Santificação [CPB, 2022], p. 59).
“É verdade que há uma indignação justificável, mesmo nos seguidores de Cristo. Quando veem que Deus é desonrado e Seu serviço exposto ao descrédito; quando veem o inocente oprimido, uma justa indignação agita o coração. Essa ira, nascida da sensibilidade moral, não é pecado” (White, O Desejado de Todas as Nações, p. 310).
“Muitos consideram as coisas pelo seu lado mais escuro; aumentam suas supostas ofensas, nutrem a ira, e são tomados de sentimentos de vingança e ódio, quando na verdade não tinham causa real para esses sentimentos. [...] Resista a esses sentimentos errados, e você experimentará uma grande mudança nos relacionamentos com as outras pessoas” (Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, v. 2, p. 517).
“Ceder a emoções violentas coloca a vida em perigo. Muitos morrem em meio a explosões de raiva e impulsos. Muitos se educam de modo a terem convulsões. Poderiam evitá-las se quiserem, mas exige força de vontade vencer um hábito errado. Tudo isso deve ser parte da educação recebida na escola, pois somos propriedade de Deus. O sagrado templo do corpo deve ser mantido puro e incontaminado, para que o Santo Espírito de Deus nele possa habitar” (ibid., p. 519).
“Há um maravilhoso poder no silêncio. Quando disserem a você palavras impacientes, não retribua na mesma moeda. Palavras ditas em resposta a uma pessoa irada geralmente agem como um chicote, açoitando o temperamento dela e a deixando mais furiosa. Mas a ira que encontra o silêncio desaparece rápido. O cristão deve controlar a língua, decidindo firmemente não falar palavras ásperas e impacientes. Ao controlar a língua, poderá ser vitorioso cada vez que for chamado a passar pelo teste da paciência” (ibid., p. 522).
Discuta em classe
Por que é tão importante aprender a ser tardio para se irar? (Leia Pv 15:18; 16:32; 19:11; Tg 1:19.)
Na prática, como podemos ficar irados e não pecar (Ef 4:26)?
Que papel os amigos desempenham para nos ajudar em nossos desafios espirituais? (Leia Mc 2:3-5; Hb 3:13.)
O bullying pode levar a problemas de ira e irritação. Como podemos lidar com ele?
Que etapas práticas podem ajudar alguém que deseja vencer a ira?
Versículos bíblicos
NVI-PT
