03/02/2024
Liberadade: Um conceito sob constante ameaça pela união político-religiosa

Coalizão contra Cristo

7Sábado

Lucas 23:21

21 Mas eles continuaram gritando: “Crucifica-o! Crucifica-o!”

Odiado e rejeitado

comSENSO

“Escolhendo dessa forma um governo pagão, a nação judaica tinha se afastado da teocracia. Rejeitara a Deus como rei. Daí em diante, não teria mais libertador. Não teria rei, exceto César. Os sacerdotes e mestres levaram o povo a essa situação. Eram responsáveis não somente por isso, mas também pelos terríveis resultados que se seguiram. O pecado de uma nação e sua ruína se deviam aos seus líderes religiosos” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 593).

“Pilatos cedeu às exigências da multidão. Em vez de arriscar sua posição, preferiu entregar Jesus para ser crucificado. Mas, apesar de suas precauções, exatamente o que temia ocorreu mais tarde. Suas honras foram retiradas, foi removido de seu alto posto e, lesado pelo remorso e o orgulho ferido, deu fim à própria vida pouco depois da crucifixão de Cristo. Da mesma forma, todos os que consentem com o pecado só conseguirão tristeza e ruína. ‘Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte’” (Pv 14:12; ibid., p. 594).

“Deus poderia haver destruído Satanás e seus adeptos tão facilmente como se pode atirar uma pequena pedra ao chão, mas não fez isso. A rebelião não seria vencida pela força. Poder de coerção só existe no governo de Satanás. Os princípios do Senhor não são esses. Sua autoridade se baseia na bondade, na misericórdia e no amor; e apresentar esses princípios é o meio a ser usado. O governo de Deus é moral; e a verdade e o amor devem ser o poder predominante” (ibid., p. 610).

“Toda humilhação, injúria e crueldade que Satanás podia instigar o coração humano a imaginar recaiu sobre os seguidores de Jesus. E isso voltará a acontecer com força, pois o coração carnal ainda está em inimizade com a lei de Deus e não se sujeitará aos Seus mandamentos. O mundo não está hoje em maior harmonia com os princípios de Cristo do que esteve nos dias dos apóstolos.

O mesmo ódio que motivou o clamor: “Crucifica-O! Crucifica-O!” (Lc 23:21) e que causou a perseguição dos discípulos ainda atua nos filhos da desobediência. O mesmo espírito que, na Idade Média, enviou homens e mulheres à prisão, ao exílio e à morte; que concebeu as atrozes torturas da Inquisição; que planejou e executou o massacre da noite de São Bartolomeu e acendeu as fogueiras de Smithfield, ainda está agindo com maligna energia em corações não regenerados. A história da verdade tem sido sempre o relato da luta entre o certo e o errado. A proclamação do evangelho sempre tem sido levada avante neste mundo em face de oposição, perigos, perdas e sofrimentos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos [CPB, 2021], p. 54, 55).

Discuta em classe

Como o julgamento e a crucificação de Jesus demonstram os perigos de misturar igreja e Estado?

Analisando toda a nossa história, por que os cristãos deveriam ser as últimas pessoas na Terra a usar os poderes do Estado para fins religiosos?

Quais detalhes Jesus incluiu em Sua advertência sobre a perseguição futura? Quantos desses detalhes você acha que serão relevantes para nós?

Versículos bíblicos

NVI-PT

Lucas 23:21 21 Mas eles continuaram gritando: “Crucifica-o! Crucifica-o!”
Provérbios 14:12 12 Há caminho que parece certo ao homem,mas no final conduz à morte.

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