14/12/2024
O verbo: Vida e obra de Jesus no Evangelho de João

Condenação e crucifixão

7Sábado

João 19:30

30 Tendo-o provado, Jesus disse: “Está consumado!” Com isso, curvou a cabeça e entregou o espírito.

Por você

comSENSO

“O Salvador não reclamou de nada. Seu rosto permaneceu calmo e sereno, mas grandes gotas de suor rolavam em Sua fronte. Não havia nenhuma bondosa mão para enxugar de Seu rosto o suor da morte, nem palavras de solidariedade e inabalável fidelidade para confortar Seu coração humano. Enquanto os soldados executavam a terrível obra, Jesus orava pelos inimigos: ‘Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem’ (Lc 23:34). [...] Cristo teve misericórdia deles em sua ignorância e culpa. Apenas suplicou o perdão para eles – ‘porque não sabem o que fazem’” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 599).

“Um poder mais alto que Pilatos ou que os judeus dirigia a colocação daquela inscrição acima da cabeça de Jesus. No propósito divino, ela devia despertar reflexão e o estudo das Escrituras. O lugar em que Cristo estava crucificado era próximo da cidade. Milhares de pessoas de muitas nações se encontravam em Jerusalém naquela época, e a inscrição que declarava que Jesus de Nazaré era o Messias chamaria a atenção delas. Era uma verdade viva, transcrita por alguém cuja mão havia sido guiada por Deus” (ibid., p. 600).

“O imaculado Filho de Deus pendia da cruz. [...] Tudo o que Ele sofreu – as gotas de sangue correndo da fronte, das mãos e dos pés, a agonia que atormentou Seu corpo e a inexprimível angústia que encheu Seu coração quando, Dele, a face do Pai se ocultou –, tudo fala ao coração de cada filho da humanidade, declarando: “É por você que o Filho de Deus consentiu em carregar esse fardo de culpa; por você Ele destruiu o domínio da morte e abriu as portas do paraíso” (Ibid., 607).

“Por uma vida de rebelião, Satanás e todos os que se unem a ele se colocam em tanta desarmonia com Deus que Sua presença é um fogo consumidor. A glória Daquele que é amor os destruirá.

No início do grande conflito, os anjos não entendiam isso. Se tivesse sido permitido que Satanás e seus anjos colhessem os plenos frutos de seu pecado, teriam perecido. Mas não seria mostrado aos seres celestiais que isso é o inevitável resultado do pecado. Permaneceria uma dúvida sobre a bondade divina, que, como uma semente ruim, produziria seu fruto mortal de pecado e aflição .

“Porém não será assim quando terminar a grande controvérsia. Naquele momento, tendo sido completado o plano da redenção, o caráter de Deus será revelado a todos os seres inteligentes. [...] Por essas razões, os anjos podiam se alegrar ao contemplarem a cruz do Salvador. Embora ainda não compreendessem tudo, sabiam que a destruição do pecado e de Satanás estava para sempre assegurada, que a redenção do ser humano era certa e que o Universo estava para sempre a salvo. O próprio Cristo compreendeu plenamente os resultados do sacrifício feito no Calvário. Ele pensava em tudo isso quando, na cruz, exclamou: “Está consumado!” (Jo 19:30; ibid., p. 615, 616).

Discuta em classe

Por que Pilatos tinha medo de condenar Jesus, mas também tinha medo de defendê-Lo?

Como a política comprometeu a disposição de Pilatos de fazer a coisa certa?

De que forma nós, assim como Pilatos, precisamos escolher entre Jesus e as exigências da multidão?

O que torna tão difícil escolher Jesus em vez da multidão? O que podemos fazer para combater essas influências?

Versículos bíblicos

NVI-PT

João 19:30 30 Tendo-o provado, Jesus disse: “Está consumado!” Com isso, curvou a cabeça e entregou o espírito.
Lucas 23:34 34 Jesus disse: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”. Então eles dividiram as roupas dele, tirando sortes.

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