11/03/2024
Liberadade: Um conceito sob constante ameaça pela união político-religiosa

A última tirania

2Segunda-feira

Lição

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Em 1886, a Igreja Adventista do Sétimo Dia lançou um periódico chamado American Sentinel [Sentinela Americana] (substituído em 1906 pela revista Liberty [Liberdade]) para combater a crescente influência da National Reform Association [Associação de Reforma Nacional], que vinha exercendo pressão por uma emenda à Constituição dos Estados Unidos que estabeleceria o cristianismo como religião nacional.

Os esforços para produzir uma versão mais cristã dos documentos que haviam estabelecido os Estados Unidos começaram durante a Guerra Civil Americana (1861-1865), quando um grupo de pessoas interpretou a guerra como o juízo de Deus contra os fundadores da nação por não terem reconhecido o senhorio de Jesus sobre os Estados Unidos. A emenda proposta dizia: “Nós, o povo dos Estados Unidos, reconhecendo humildemente o Deus todo-poderoso como a fonte de todo poder e autoridade no governo civil, o Senhor Jesus Cristo como o Governante entre as nações e Sua vontade revelada como a lei suprema do país, a fim de constituir um governo cristão, [...] ordenamos e estabelecemos esta Constituição para os Estados Unidos da América.”

O primeiro editor-chefe da American Sentinel, Joseph H. Waggoner, e seus associados Ellet J. Waggoner e Alonzo T. Jones foram implacáveis nos esforços para se opor a todas as ações da National Reform Association e derrotá-las para tornar o cristianismo a religião nacional. Eles não só publicaram artigos defendendo a separação entre Igreja e Estado, mas também viajaram para lugares em que estavam sendo realizados comícios, e a legislação estava sendo introduzida. Além disso, organizaram eventos públicos e distribuíram literatura para informar os cidadãos sobre a importância de manter a separação entre a Igreja e o Estado.

Mergulhe + fundo

Leia o artigo “Os adventistas e a relação com os governos e as autoridades”.

Versículos bíblicos

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