25/03/2024
Liberadade: Um conceito sob constante ameaça pela união político-religiosa

Libertação final

2Segunda-feira

Direitos humanos

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Em 1945 foi criada a Organização das Nações Unidas, com o objetivo de diminuir futuros conflitos e proteger os direitos básicos de cada ser humano. A “Declaração Universal dos Direitos Humanos”, aprovada em 1948 e disponível no site da organização, diz, em seu Artigo 18: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.”

Esse documento emblemático foi traduzido para 514 idiomas e inspirou muitos países e regiões ao redor do mundo a implementar suas próprias defesas em favor da liberdade.

No entanto, ainda hoje, guerras e conflitos militares colocam em risco milhares de pessoas. Os regulamentos que protegem os direitos humanos, incluindo a liberdade religiosa, estão sofrendo contratempos inesperados, enquanto o mundo sofre em pecado e tristeza de maneiras cada vez mais gráficas.

Talvez as pessoas que vivem no século 21 reconheçam, mais do que qualquer geração anterior, que nenhuma agência humana conseguirá estabelecer toda a liberdade que este mundo desesperadoramente precisa. O humanismo nunca terá sucesso. Este mundo precisa de uma libertação que vem do alto — e essa é a essência do adventismo. A palavra “advento” significa “vinda”, e é por isso que nós, adventistas, escolhemos essa palavra para descrever nossa fé no breve retorno de Cristo. O nome de Jesus, por sua vez, significa “o Senhor salva”. Até mesmo Seu nome promete liberdade.

Mergulhe + fundo

Leia, de Ellen White, O Lar Adventista, capítulo 87: “Descrições da nova Terra”.

Versículos bíblicos

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