Libertação final
Lucas 19:14
14 “Mas os seus súditos o odiavam e por isso enviaram uma delegação para lhe dizer: ‘Não queremos que este homem seja nosso rei’.Paraíso
comSENSO
“Os anjos ali estarão, bem como os santos ressurgidos e os mártires, e o melhor de tudo, o que nos causará a maior alegria, é que ali também estará nosso querido Salvador, que sofreu e morreu para que pudéssemos ter essa felicidade e liberdade. Sua gloriosa face brilhará mais que o Sol, e iluminará a bela cidade, refletindo glória em todo o redor” (Ellen G. White, Visões do Céu, p. 84).
“Poderiam aqueles que passaram a vida inteira em rebelião contra Deus ser subitamente transportados para o Céu e testemunhar o estado elevado e santo de perfeição que ali sempre existiu? Poderiam estar em um lugar onde todos os corações estão cheios de amor, todos os rostos irradiam alegria e onde ecoa uma arrebatadora música com acordes melodiosos em honra a Deus e ao Cordeiro, enquanto uma incessante torrente de luz flui sobre os remidos diretamente da face Daquele que Se assenta no trono? Poderiam aqueles cujo coração está cheio de ódio a Deus, à verdade e à santidade se unirem à multidão celestial e participar de seus cânticos de louvor? Poderiam suportar a glória de Deus e do Cordeiro? De modo nenhum! Anos de graça lhes foram concedidos, a fim de que pudessem formar seu caráter para o Céu. Mas eles nunca exercitaram a mente no amor à pureza; nunca aprenderam a linguagem celestial, e agora é tarde demais. Uma vida inteira de rebeldia contra Deus os incapacitou para o Céu. A pureza, a santidade e a paz dali seriam uma tortura para eles, e a glória de Deus seria um fogo consumidor. Almejariam fugir daquele santo lugar. Receberiam alegremente a destruição, para que pudessem se esconder da face Daquele que morreu para redimi-los. O destino dos ímpios é determinado por sua própria escolha. Sua exclusão do Céu é fruto da própria decisão deles e será um ato de justiça e misericórdia da parte de Deus ” (Ellen G. White, O Grande Conflito [CPB, 2021], p. 452, 453).
“Agora fica evidente a todos que o salário do pecado não é nobre independência e vida eterna, mas escravidão, ruína e morte. Os ímpios veem o que perderam como consequência de sua vida de rebeldia. O ‘eterno peso de glória, acima de toda comparação’ (2Co 4:17), foi desprezado quando lhes foi oferecido. Mas agora ele parece tão desejável! ‘Eu poderia ter ganhado tudo isso’, exclama o perdido, ‘mas preferi manter essas coisas longe de mim. Que vaidade absurda! Troquei a paz, a felicidade e a honra pela miséria, pela infâmia e pelo desespero.’ Todos veem que sua exclusão do Céu é justa. Por sua vida declararam: ‘Não queremos que Este reine sobre nós’” (Lc 19:14; ibid., p. 553).
“O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única pulsação de harmonia e felicidade vibra por toda a vasta criação. Daquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até o maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeita alegria, declaram que Deus é amor” (ibid., p. 560).
Discuta em classe
Como as sete últimas pragas trarão liberdade ao povo de Deus?
De que tipo de coisas estaremos livres na nova Terra?
O que o casamento nos ensina sobre liberdade?
Versículos bíblicos
NVI-PT
