14/11/2025
Sucessor: Lições de fé e liderança no livro de Josué

Enganos fatais

6Sexta-feira

Números 15:15

15 A assembleia deverá ter as mesmas leis, que valerão tanto para vocês como para o estrangeiro que vive entre vocês; este é um decreto perpétuo pelas suas gerações, que, perante o Senhor, valerá tanto para vocês quanto para o estrangeiro residente.

Um caminho melhor

comSENSO

“A indignação dos israelitas foi grande ao saberem do engano de que tinham sido vítimas. [...] ‘Toda a congregação murmurou contra os príncipes’; mas estes se recusaram a quebrar o acordo, embora conseguido por meio de fraude, porque haviam jurado ‘pelo Senhor, Deus de Israel’. ‘E os filhos de Israel não os feriram’ (v. 18). Os gibeonitas tinham se comprometido a renunciar à idolatria e aceitar o culto a Jeová, e a conservação de sua vida não era uma violação da ordem de Deus para destruir os idólatras cananeus.

“Por isso, os hebreus não tinham, com seu juramento, cometido pecado. E apesar de o juramento ter sido conseguido pelo engano, deveria ser respeitado. Quando alguém empenha sua palavra, deve considerar um dever sagrado cumprir o que prometeu, a não ser que a promessa o obrigue a praticar um ato errado. Nenhuma consideração de lucro, vingança ou interesse próprio pode, de qualquer maneira, afetar a natureza inviolável de um juramento ou compromisso. ‘Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor (Pv 12:22). [...]

“No entanto, os gibeonitas teriam se saído melhor se tivessem abordado Israel de forma honesta. Embora com sua submissão a Jeová tivessem conseguido permanecer com vida, o engano apenas trouxe sobre eles desonra e escravidão. Deus tinha tomado providências para que todos os que renunciassem ao paganismo e se unissem a Israel também recebessem as bênçãos da aliança. Estavam incluídos na designação ‘o estrangeiro que peregrina convosco’, e com poucas exceções essa classe deveria desfrutar de favores e privilégios iguais aos de Israel. A instrução do Senhor foi: ‘Se o estrangeiro peregrinar na vossa terra, não o oprimireis. Como o natural, será entre vós o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-eis como a vós mesmos’ (Lv 19:33, 34). Com relação à Páscoa e à oferta de sacrifícios, foi ordenado: ‘Quanto à congregação, haja apenas um estatuto para vós outros como para o estrangeiro que morar entre vós [...]; como vós sois, assim será o peregrino perante o Senhor’ (Nm 15:15).

“Essa era a posição em que os gibeonitas poderiam ter sido recebidos, se não tivessem recorrido ao engano. O fato de terem sido feitos rachadores de lenha e carregadores de água por todas as próximas gerações não era pouca humilhação para os habitantes de uma cidade real, cujos homens eram guerreiros valentes. Mas como adotaram a aparência de pobreza com o fim de enganar, esta ficou sobre eles como sinal de servidão perpétua. Assim, em todas as gerações subsequentes, sua condição servil mostraria o quanto Deus odeia a falsidade” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 441, 442).

Discuta em classe

  • Como você pode aprender a falar a verdade, mesmo quando isso é difícil?
  • O que você costuma considerar antes de assumir um compromisso ou fazer uma promessa? Quando é melhor não prometer nada?
  • Como podemos aprender a depender mais da orientação de Deus – e menos da nossa própria opinião?

Versículos bíblicos

NVI-PT

Números 15:15 15 A assembleia deverá ter as mesmas leis, que valerão tanto para vocês como para o estrangeiro que vive entre vocês; este é um decreto perpétuo pelas suas gerações, que, perante o Senhor, valerá tanto para vocês quanto para o estrangeiro residente.
Levítico 19:33-34 33 “Quando um estrangeiro viver na terra de vocês, não o maltratem. 34 O estrangeiro residente que viver com vocês deverá ser tratado como o natural da terra. Amem-no como a si mesmos, pois vocês foram estrangeiros no Egito. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.
Provérbios 12:22 22 O Senhor odeia os lábios mentirosos, mas se deleita com os que falam a verdade.

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