Persistentes na oração
Lucas 11:1-13
11 Certo dia Jesus estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: “Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou aos discípulos dele”. 2 Ele lhes disse: “Quando vocês orarem, digam: “Pai! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. 3 Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano. 4 Perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todos os que nos devem. E não nos deixes cair em tentação”.Momento hipertexto
comPARE
Na Meditação Diária A Caminho do Lar, Ellen White comenta que há uma ciência divina na oração. Sobre isso, a parábola do amigo importuno apresenta a metodologia e os princípios que nos ajudam a fazer da oração uma ferramenta que leva a resultados.
Alguns pontos são indispensáveis a fim de que essa ciência encontre verificação: apresentar necessidades reais; não fazer solicitações egoístas; compartilhar as bênçãos (receber para dar); aproveitar por tempo de espera para examinar a si mesmo; confessar os próprios pecados; ter uma vida de acordo com a Palavra.
“Na parábola, o suplicante foi repelido várias vezes; porém, não desistiu de sua intenção. Assim, nossas orações nem sempre parecem ser atendidas imediatamente; mas Cristo ensina que não devemos cessar de orar” (A Caminho do Lar, 3 de maio).
Compare a maneira como você tem desenvolvido sua vida de oração com os textos a seguir:
Qual é a relação das passagens com o texto-chave (Lc 11:1-13) da lição desta semana?
Você já recebeu algo específico como fruto de uma vida de oração?
Versículos bíblicos
NVI-PT
