Perdido e encontrado
O poder da Palavra
comTEXTO
Já perdeu alguma coisa que tinha grande valor sentimental para você? Pense em um presente recebido de alguém especial, uma fotografia nostálgica da infância, ou talvez a lembrança de uma viagem memorável. Quando um item desses é perdido, é quase como se faltasse um pedaço da gente.
Contudo, quando uma pessoa querida desaparece, é infinitamente muito pior do que quando perdemos um objeto de valor. Quando alguém desaparece, são feitos todos os esforços para encontrá-lo. Parece não haver limite de tempo, dinheiro e recursos a fim de encontrar um ente querido. Muitos pais já experimentaram o pânico de perder repentinamente de vista o filho pequeno. Felizmente, muitas vezes a criança apenas vagueia pela rua, ou vira a esquina, podendo ser encontrada.
Minha esposa e eu experimentamos esse pânico em um acampamento da igreja. Estávamos ocupados conversando com as pessoas quando, de repente, nosso filho de dois anos desapareceu. Corremos para o lago próximo, temendo que ele tivesse caído na água. Logo muitas outras pessoas se juntaram à nossa busca. Alguns minutos depois, o encontramos passeando calmamente por um dos quartos do andar de cima da pousada. Sentimos uma enorme sensação de alívio e alegria no momento em que o encontramos.
Essa experiência não é nova, nem é exclusividade do mundo moderno. Jesus fascinou Seu público ao contarlhe a história de um filho perdido – na verdade, dois filhos perdidos, que se extraviaram por causa de escolhas erradas. Essa parábola vai ao cerne do evangelho, apresentando um Deus que está em busca da humanidade. Jesus veio buscar e salvar os perdidos. E isso inclui você e eu.
Mergulhe + fundo
Leia, de Ellen G. White, Parábolas de Jesus, capítulo 16: “A Reabilitação do Homem”.
