Criando raízes
Marcos 4:1-20
4 Novamente Jesus começou a ensinar à beira-mar. Reuniu-se ao seu redor uma multidão tão grande que ele teve que entrar num barco e assentar-se nele. O barco estava no mar, enquanto todo o povo ficava na beira da praia. 2 Ele lhes ensinava muitas coisas por parábolas, dizendo em seu ensino: 3 “Ouçam! O semeador saiu a semear. 4 Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram.Momento hipertexto
comPARE
De acordo com a neurociência, já faz um bom tempo que o ambiente e a cultura têm mais peso sobre o comportamento do que a genética. Pois é, costumamos nos acomodar aos defeitos herdados, como se tivéssemos pouco a fazer quanto a eles.
Contudo, a Ciência nos afronta ao dizer que o ambiente e a cultura são influências muito mais decisivas do que o gene. Isso significa que não basta creditar tudo à índole, quando nossas escolhas (as que nos são possíveis fazer) determinam nossa conduta muito mais do que imaginamos.
Precisamos pensar a respeito disso para cuidar bem do nosso solo, ao qual Deus incessantemente envia Sua Palavra, ou seja, as sementes. E o problema não é a semente, mas o solo! Que tipo de solos somos?
Não, isso não é “papo de igreja”. Antes fosse... De acordo com pesquisadores, os ambientes aos quais nos submetemos e a cultura que consumimos se sobrepõem ao que achávamos que éramos.
Sendo assim, a cantiga infantil que diz “cuidado pezinho aonde vai, cuidado olhinho com o que vê e ouvidinho com o que ouve” nunca foi mais atual do que agora.
Lembre-se dela quando for alimentar seu solo.
Compare o tipo de solo que você acredita ser com os seguintes textos:
Qual é a relação das passagens com o texto-chave (Mc 4:1-20) da lição desta semana?
Versículos bíblicos
NVI-PT
