Batalha espiritual 1
Guerra intensa
comSENSO
“Enquanto Satanás procurava influenciar as mais elevadas autoridades no reino da Média-Pérsia para que não se mostrassem favoráveis ao povo de Deus, anjos trabalhavam no interesse dos exilados. Era uma controvérsia na qual todo o Céu estava interessado. Por intermédio do profeta Daniel, temos um lampejo dessa poderosa luta entre as forças do bem e do mal.
Durante três semanas, Gabriel se empenhou na luta com os poderes das trevas, procurando conter as influências que estavam agindo na mente de Ciro. E antes que a contenda terminasse, o próprio Cristo veio em auxílio de Gabriel. [...] Tudo que o Céu podia fazer em favor do povo de Deus foi feito. A vitória foi finalmente ganha. As forças do inimigo foram contidas durante toda a vida de Ciro e de seu filho Cambises, que reinou cerca de sete anos e meio” (Ellen G. White, Profetas e Reis [CPB, 2021], p. 332).
“Seres celestiais são designados para responder às orações daqueles que trabalham abnegadamente pelos interesses da causa de Deus. Os mais exaltados anjos nas cortes celestes são designados para cumprir as petições que ascendem a Deus em favor do avanço de Sua causa. Cada anjo tem um específico posto do dever, e não se lhe permite sair para qualquer outro lugar. Se um anjo saísse, os poderes das trevas obteriam vantagem. [...]
Dia após dia, prossegue o conflito entre o bem e o mal. Por que motivo os que têm tido muitas oportunidades e vantagens não percebem a intensidade desta obra? Deveriam agir com inteligência no que diz respeito a isso. Deus é o Soberano. Por Seu supremo poder Ele restringe e controla os potentados terrestres. Por meio de Seus agentes, Ele faz a obra que foi ordenada antes da fundação do mundo. Como povo, não entendemos como deveríamos o grande conflito que se trava entre instrumentos invisíveis, o conflito entre anjos leais e desleais. Os anjos maus estão constantemente em ação, planejando sua estratégia de ataque, controlando como se fossem comandantes, reis e governantes das forças humanas desleais. [...]
Apelo aos pastores de Cristo para que incutam no entendimento de todos os que se encontram ao alcance de sua voz a verdade acerca do ministério dos anjos. Não condescendam com fantasiosas especulações. A Palavra escrita é nossa única segurança. Devemos orar como Daniel, para que possamos ser guardados por seres celestiais. Como espíritos ministradores, os anjos são enviados para servir àqueles que hão de herder a salvação. Orem, meus irmãos, orem como nunca oraram antes. Não estamos preparados para a vinda do Senhor. Precisamos fazer um trabalho pleno para a eternidade” (Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 4, p. 1294).
Discuta em classe
Quais aplicações pessoais você pode fazer quanto à oração e à guerra espiritual?
Quais aplicações práticas você pode fazer em sua vida de oração no que se refere a outras pessoas?
Por que é importante persistir na oração, mesmo quando parece não haver resposta imediata?
Como podemos saber a diferença entre Deus responder às nossas orações com um “não” e nos dizer para esperar?
