A vitória da cruz
João 19:30
30 Tendo-o provado, Jesus disse: “Está consumado!” Com isso, curvou a cabeça e entregou o espírito.Aquele que carrega os pecados
comSENSO
“Faria muito bem para nós se diariamente passássemos uma hora refletindo sobre a vida de Cristo. Devemos considerá-la ponto por ponto e deixar que a imaginação tome conta de cada cena, especialmente as finais. Ao meditar assim em Seu grande sacrifício por nós, nossa confiança Nele será mais constante, nosso amor fortalecido, e seremos mais semelhantes a Ele. Se quisermos estar salvos no fim, teremos que aprender ao pé da cruz a lição de arrependimento e humilhação” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 58).
“Satanás torturava o coração de Jesus com cruéis tentações. O Salvador não podia enxergar além do sepulcro. A esperança não Lhe apresentava a saída da sepultura como vencedor, nem Lhe falava da aceitação do sacrifício pelo Pai. Temia que o pecado fosse tão ofensivo a Deus que Sua separação tivesse de ser eterna. Cristo sentiu a angústia que o pecador experimentará quando a misericórdia não mais interceder pela raça culpada. Foi a sensação do pecado trazendo a ira divina sobre Ele, como substituto do homem, que tornou tão amargo o cálice que bebeu e rompeu o coração do Filho de Deus” (ibid., p. 605, 606).
“O imaculado Filho de Deus pendia da cruz, com a carne dilacerada pelos açoites. Aquelas mãos tantas vezes estendidas para abençoar estavam agora pregadas no madeiro, bem como aqueles pés tão incansáveis em serviço de amor. Sua régia cabeça estava ferida pela coroa de espinhos, e aqueles trêmulos lábios, entreabertos para deixar escapar um grito de dor. Tudo o que Ele sofreu – as gotas de sangue correndo da fronte, das mãos e dos pés, a agonia que atormentou Seu corpo e a inexprimível angústia que encheu Seu coração quando, Dele, a face do Pai se ocultou –, tudo fala ao coração de cada filho da humanidade, declarando: É por você que o Filho de Deus consentiu em carregar esse fardo de culpa; por você Ele destruiu o domínio da morte e abriu as portas do paraíso. Aquele que acalmou as ondas revoltas e caminhou sobre as espumejantes vagas do mar, que fez os demônios tremerem e a doença fugir, que abriu os olhos cegos e chamou os mortos à vida, ofereceuSe na cruz em sacrifício, e tudo isso por amor a você” (ibid., p. 607, 608).
“Cristo não entregou Sua vida antes que realizasse a obra que viera fazer, e, ao morrer exclamou: ‘Está consumado!” (Jo 19:30). Ele tinha ganhado a batalha. Sua destra e Seu santo braço haviam alcançado a vitória. Como Vencedor, fixou Sua bandeira nas alturas eternas. [...]
“Até a morte de Jesus, o caráter de Satanás ainda não tinha sido claramente percebido pelos anjos e pelos mundos não caídos. O grande rebelde estava tão oculto em meio ao engano que mesmo os seres santos não haviam compreendido os princípios dele. Não tinham visto claramente a natureza de sua rebelião” (ibid., p. 610).
Como o estudo desta semana pode transformar sua atitude para com as pessoas que precisam do evangelho?
Discuta em classe
Como pode alguém que ouviu falar da cruz desde a infância ainda se maravilhar com esse fato?
De que forma meditar diariamente na vida de Cristo pode aprofundar a compreensão do Seu sacrifício?
À luz da cruz, como podemos nós, como cristãos, nos esforçar para refletir o amor altruísta e o sacrifício que Jesus demonstrou?
Versículos bíblicos
NVI-PT
