Controvérsia sobre o sábado
Opondo-se às leis dominicais
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Em 13 de dezembro de 1888, o Senado dos Estados Unidos realizou uma audiência pública a respeito do projeto de lei dominical apresentado pelo senador Henry W. Blair. Nessa ocasião, o pastor adventista Alonzo T. Jones, prolífico autor, palestrante e defensor da liberdade religiosa, expressou publicamente, diante do senado, as preocupações dos adventistas do sétimo dia e de outras minorias religiosas. Ele disse: “Nossa Constituição nacional incorpora o próprio princípio anunciado por Jesus Cristo, de que o governo civil não deve ter ligação alguma com a religião ou com aquilo que diz respeito a Deus, mas deve deixar essa questão entre a consciência de cada pessoa e seu Deus” (Alonzo T. Jones, The National Sunday Law [Chicago: American Sentinel, 1892], p. 43).
Jones negou que o governo tivesse o direito de legislar qualquer coisa que se relacionasse com nossos deveres para com Deus. Com base nisso, argumentou que as leis dominicais não eram apenas inconstitucionais, mas também contrárias à fé cristã.
Essa posição levou os adventistas a se opor a outros cristãos e a se alinhar temporariamente com organizações judaicas, agências seculares e proprietários de salões que eram contrárias ao fechamento aos domingos.
Nesse mesmo ano, Ellen White publicou uma edição ampliada do livro O Grande Conflito, que, entre inúmeras outras questões, analisa o significado profético e histórico da legislação dominical. O projeto de Blair não foi aprovado, mas ainda hoje existe interesse na questão das legislações dominicais nos Estados Unidos e em outros lugares.
A lição desta semana examina o significado profético de todas as tentativas de legislar a observância do domingo.
Mergulhe + fundo
Leia, de Ellen White, Eventos Finais, capítulo 15: “O selo de Deus e a marca da besta”.
