Lição Jovem de Hoje
Escola Sabatina Jovem (IASD) - Leitura diária
Arrependimento e perdão
Êxodo 34:5-9
5 Então o Senhor desceu na nuvem, permaneceu ali com ele e proclamou o seu nome: o Senhor. 6 E passou diante de Moisés, proclamando: “Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e de fidelidade, 7 que mantém o seu amor a milhares e perdoa a maldade, a rebelião e o pecado. Contudo, não deixa de punir o culpado; castiga os filhos e os netos pelo pecado de seus pais, até a terceira e a quarta gerações”.Arrependimento verdadeiro
comSENSO
“Nenhum arrependimento é genuíno, a menos que realize uma obra de reforma. A justiça de Cristo não é uma capa para encobrir pecados não confessados e não abandonados; é um princípio de vida que transforma o caráter e guia a conduta. Santidade é integridade para com Deus; é a inteira entrega do coração e da vida para serem habitados pelos princípios do Céu” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 441, 442).
“Não haverá evidências de genuíno arrependimento a menos que ele promova uma reforma. Se confirmar o que foi prometido, devolver o que foi roubado, confessar seus pecados e amar a Deus e ao próximo, o pecador pode estar certo de que passou da morte para a vida” (Ellen G. White, Caminho a Cristo [CPB, 2024], p. 38).
“O arrependimento inclui a tristeza pelo pecado e o afastamento dele. Não abandonaremos o pecado enquanto não reconhecermos quão perigoso ele é. E enquanto não nos afastarmos sinceramente do pecado, não haverá mudança real em nossa vida.
“Muitas pessoas não compreendem a verdadeira natureza do arrependimento. Lamentam seus pecados e até procuram fazer alguma mudança em sua forma de viver por medo de que seus erros lhes causem maiores sofrimentos. Mas isso não é arrependimento, no sentido bíblico. Essas pessoas querem evitar o sofrimento, mas não o próprio pecado.
“Esse foi o tipo de tristeza de Esaú, quando viu que o direito de primogenitura estava perdido para sempre. Balaão, aterrorizado pelo anjo que bloqueava seu caminho com uma espada na mão, chegou a reconhecer sua culpa com medo de morrer; mas não teve um arrependimento genuíno, nem manifestou mudança de propósito ou vontade de abandonar o pecado. Judas Iscariotes, depois de trair seu Senhor, exclamou: ‘Pequei, traindo sangue inocente’ (Mt 27:4)” (Caminho a Cristo, p. 16).
“Quando o pecado amortece as percepções morais, o malfeitor não discerne os defeitos de seu caráter nem compreende a enormidade do mal que cometeu e, a menos que se renda ao convincente poder do Espírito Santo, permanecerá em cegueira parcial com relação ao seu pecado. Suas confissões não são sinceras e fervorosas. A cada reconhecimento de culpa acrescenta uma desculpa para sua conduta, declarando que, se não fosse por determinadas circunstâncias, ele não teria feito isso ou aquilo, pelo qual está sendo reprovado. Mas os exemplos de genuíno arrependimento e humilhação dados na Palavra de Deus revelam um espírito de confissão no qual não há desculpas para o pecado ou tentativas de justificação própria” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja [CPB, 2021], v. 5, p. 546).
Discuta em classe
- Quando Deus fez aliança com Israel, qual foi o compromisso do povo? E o que o ato de aspergir sangue comunicava sobre as consequências de quebrar essa aliança? (Êx 24:7, 8)
- Poucas semanas depois da aliança, que rebelião chocante aconteceu no acampamento de Israel? (Êx 32:1-6)
- Diante dessa afronta explícita, até onde Deus Se mostrou disposto a perdoar Israel? (Êx 34:5-9)
Versículos bíblicos
NVI-PT
