Lição Jovem de Hoje
Escola Sabatina Jovem (IASD) - Leitura diária
Vida de oração
Daniel 6:3
3 Ora, Daniel se destacou tanto entre os supervisores e os sátrapas por suas grandes qualidades, que o rei planejava colocá-lo à frente do governo de todo o império.A fidelidade de Daniel
comPREENDA
Daniel é um dos grandes heróis bíblicos. Sua coragem e fidelidade em um ambiente hostil são inspiradoras. Apesar da enorme pressão para adotar os costumes da Babilônia, ele “decidiu não se tornar impuro com a comida e o vinho do rei” (Dn 1:8). Além disso, Daniel era um estudante aplicado e possuía uma mente perspicaz: “A esses quatro jovens Deus deu sabedoria e inteligência para conhecerem todos os aspectos da cultura e da ciência. E Daniel, além disso, sabia interpretar todo tipo de visões e sonhos” (Dn 1:17).
A Bíblia afirma que Daniel era sábio (Dn 1:20; 2:14, 21, 23, 48), porque o Espírito de Deus estava nele (Dn 4:9, 18; 5:14; 6:3). Além disso, ele era “muito amado” no Céu (Dn 9:23; Dn 10:11). Esse é o retrato de alguém que mantinha uma ligação profunda e constante com o Senhor.
Em Daniel 2, quando o rei Nabucodonosor decretou a morte de todos os sábios da Babilônia, Daniel e seus amigos buscaram a misericórdia divina para compreender o mistério do sonho (Dn 2:18). Deus respondeu às orações deles, revelando a Daniel o mesmo sonho que havia mostrado a Nabucodonosor. Ao amanhecer, Daniel louvou ao Senhor com uma oração de gratidão (v. 20-23). Suas palavras revelam humildade, confiança serena e fé viva. Ele reconhece a soberania de Deus sobre todas as coisas e Lhe atribui o crédito como Fonte de toda sabedoria.
Com o passar dos anos, enquanto os reis se sucediam, Daniel permaneceu como conselheiro real. “Daniel se destacou tanto [...] por suas grandes qualidades que o rei planejava colocá-lo à frente do governo de todo o império” (Dn 6:3). Ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa (v. 4). Apesar da inveja e das tramas maldosas de seus colegas, Daniel manteve-se constante e destemido em sua vida de oração (v. 5-9).
Quando soube que o rei havia assinado a lei que proibia orar a qualquer deus que não fosse o próprio rei, Daniel não vacilou (v. 10). Ele voltou para casa e orou três vezes ao dia, como fazia antes, abrindo as janelas na direção de Jerusalém: orava, e dava graças diante do seu Deus (v. 10). Daniel preferiu enfrentar a morte a esconder sua oração. Seu exemplo nos chama a manter a mesma fidelidade em nossa vida de comunhão.
Pense
Que desculpas costumamos dar para não manter uma vida de oração constante? Como a história de Daniel confronta essas desculpas?
Versículos bíblicos
NVI-PT
