Lição Jovem de Hoje
Escola Sabatina Jovem (IASD) - Leitura diária
Lugar de refúgio
Números 35:11-12
11 escolham algumas cidades para serem suas cidades de refúgio, para onde poderá fugir quem tiver matado alguém sem intenção. 12 Elas serão locais de refúgio contra o vingador da vítima, a fim de que alguém acusado de assassinato não morra antes de apresentar-se para julgamento perante a comunidade.Recurso de misericórdia
comSENSO
“Seis das cidades designadas aos levitas – sendo três de cada lado do Jordão – foram indicadas como cidades de refúgio, [...] para que nelas se refugiasse aquele que tivesse matado alguém sem intenção, a fim de que o indivíduo acusado de assassinato não fosse morto antes de se apresentar para julgamento perante a comunidade (Nm 35:11, 12). Essa misericordiosa providência se tornou necessária por causa do antigo costume da vingança particular, de acordo com o qual a responsabilidade de punir o assassinato recaía sobre o parente mais próximo ou sobre o herdeiro imediato da vítima. Nos casos em que claramente se provava a culpa, não era necessário esperar pelo processo dos magistrados. O vingador podia perseguir o criminoso em qualquer parte e matá-lo onde quer que fosse encontrado. O Senhor não achou conveniente abolir esse costume naquela ocasião, mas tomou providências para garantir a segurança dos que, acidentalmente, tirassem uma vida.
“As cidades de refúgio estavam distribuídas de tal maneira que ficavam num raio de meio dia de viagem, a partir de qualquer ponto do território. As estradas que conduziam a elas deviam ser sempre conservadas em bom estado. Ao longo de todo o caminho deviam ser erguidos postes com placas contendo, em caracteres claros e bem visíveis, a palavra ‘refúgio’, a fim de que o fugitivo não tivesse de se deter por um momento sequer. Qualquer pessoa – hebreu, estrangeiro ou peregrino – poderia se beneficiar dessa medida.
“Entretanto, ao mesmo tempo que o inocente não devia ser precipitadamente morto, o culpado também não deveria escapar do castigo. O assassino deveria receber um julgamento justo pelas devidas autoridades e ter a proteção da cidade de refúgio somente se fosse inocente de assassino intencional. O culpado era entregue ao vingador. E aqueles que tinham direito à proteção poderiam recebê-la apenas sob condição de ficar dentro do refúgio indicado. Se alguém andasse fora dos limites prescritos e fosse encontrado pelo vingador do sangue, pagaria com a vida a pena de seu desrespeito à ordem do Senhor. Entretanto, por ocasião da morte do sumo sacerdote, todos os que tinham buscado abrigo nas cidades de refúgio ficavam em liberdade para voltar às suas terras. [...]
“As cidades de refúgio indicadas ao antigo povo de Deus eram símbolo do refúgio providenciado em Cristo. O mesmo Salvador misericordioso que tinha designado aquelas cidades de refúgio terrestres providenciou, por meio do derramamento de Seu próprio sangue, um retiro seguro para onde os transgressores da lei de Deus podem fugir, a fim de escapar da segunda morte. Nenhuma força pode tirar de Suas mãos aqueles que recorrem a Ele em busca de perdão” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas [CPB, 2022], p. 449-451).
Discuta em classe
- Em que momentos é mais provável que sintamos inveja dos outros na igreja, e como podemos vencer esse sentimento?
- De que maneira o evangelho, como dom de pura graça (em vez de um crédito conquistado), desafia nossa mentalidade?
- Por que depender de Deus é tão importante na obra de proclamação do evangelho?
Versículos bíblicos
NVI-PT
